Conviver com a trombose não é uma tarefa muito agradável. Contudo, é inevitável para quem já a tem. Você sabe o que é trombose? "A trombose venosa profunda é o nome dado à formação de um coágulo sanguíneo, que ocorre geralmente na perna. Esses coágulos podem se deslocar pela corrente sanguínea e chegar a órgãos que desempenham funções vitais, o que faz com que essa condição seja extremamente perigosa." Fonte: Boa Saúde
"A doença pede tratamento médico adequado o mais precocemente possível, pois sua evolução pode provocar a morte do paciente, devido ao fenômeno conhecido como embolia pulmonar, no qual os coágulos caem na corrente sanguínea, obstruindo a artéria pulmonar e/ou os seus ramos. Somente nos Estados Unidos estima-se 200 mil mortes ao ano causadas por trombo embolia-pulmonar." Fonte: Boa Saúde
Há várias fases dessa convivência: 1. Sintomas inesperados - dores excessivas nas pernas. Na verdade, uma sensação de queimação. 2. Descoberta da doença. 3. PAVOR. Pois as informações que temos nesta fase inicial é de que algum conhecido nosso tem um outro conhecido que tinha trombose e teve que amputar a perna. 4. Tratamento: Uso de anticoagulante Dieta de vitamina K Uso de meias de compressão a) Mitos e verdades sobre as meias de compressão b) Afinal, que meia é essa? 5. Aceitação 6. Recanalização dos vasos sanguíneos 7. Vida (quase) normal. 8. Momentos de revolta, normalmente, acompanhados de dor e inchaço. 9. E ainda... Uma perna com a circunferência ligeiramente maior ou muito maior do que a outra. Fonte: Portal do Coração - Unisinos E assim, vamos convivendo com a TVP dia após dia. Por isso, o melhor remédio ainda é a prevenção.
Saiba como se prevenir:
Não ser sedentário. Fazer exercícios físicos regularmente.
Procurar movimentar os pés como se estivesse operando uma máquina de costura em situações que exijam muito tempo sentado.
Quando estiver em pé parado, mover-se discretamente como se estivesse andando sem sair do lugar.
Ao permanecer acamado, fazer movimentos com os pés e as pernas.
Evitar o fumo.
Controlar o peso.
Se você necessita fazer uso de hormônios ou já foi acometido de trombose ou tem história familiar de tendência à trombose (trombofilia), deverás consultar regularmente seu médico.
Usar meia elástica se os tornozelos incharem com freqüência.
Ginkgo Biloba é o nome de uma árvore que conta com folhas de onde são extraídos seus princípios ativos benéficos. É interessante ressaltar que a árvore de Ginkgo Biloba sobreviveu à bomba atômica de Hiroshima e inúmeros estudos foram feitos desde então, comprovando assim a enorme resistência da árvore. Ginkgo Biloba se destaca principalmente por melhorar a circulação sanguínea. Os principais nutrientes presentes no Ginkgo Biloba são os terpenóides e os bioflavonóides. Ambas as substâncias possuem ação antioxidante e por isso são benéficas em todas as doenças onde a oxidação é intensa, por exemplo, elas vão reduzir a velocidade de envelhecimento do cérebro. Pesquisas também apontaram o Ginkgo Biloba contribui para a dilatação dos vasos sanguíneos, mas não se sabe se é a combinação entre terpenóides e bioflavonóides que proporciona isso ou se apenas um deles.
Indicações Diminui o risco de formação de trombos: As plaquetas são partículas dentro do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea. A coagulação é essencial para o nosso corpo, contudo em alguns casos podem ocorrer agregações plaquetárias muito intensas e assim aumentar os riscos de doenças como trombose, derrames e ataques cardíacos. Ginkgo Biloba age evitando a agregação intensa das plaquetas e assim reduz os riscos das pessoas desenvolverem as doenças que ocorrem em decorrência. Controla a pressão arterial: Estimula a produção do óxido nítrico que tem ação vasodilatadora e assim é benéfico para quem possui pressão alta. Melhora a circulação: Por ter a ação vasodilatadora, Ginkgo Biloba irá melhorar toda a circulação no organismo, inclusive para o coração e o cérebro. Melhora a concentração e a memória: Os neurônios precisam produzir uma substância para que o cérebro fique ativo, a acetilcolina. Para que essa substância se forme, a colina precisa entrar dentro dos neurônios. Ginkgo Biloba age facilitando a entrada da colina na acetilcolina. Assim, pesquisas apontam que Ginkgo Biloba ajuda a melhorar a memória e a atenção em pacientes idosos. Melhora a circulação sanguínea no cérebro: Por contribuir para a melhor circulação em todo o organismo, o fluxo de sangue para o cérebro também ficará maior. Assim, Ginkgo Biloba pode ajudar em casos leves de labirintite e quando a pessoa sente tontura. Fonte: www.minhavida.com.br
Efeitos colaterais Os efeitos colaterais do Ginkgo Biloba envolve dores de cabeça, enjoos e gastrite.
Advertências 01. Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado. 02. Imagens meramente ilustrativas. 03. Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem ingerir o produto. 04. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. 05. Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para o consumo, respeitando o prazo de validade indicado na embalagem. 06. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças e animais domésticos. 07. Mulheres grávidas ou que estão amamentando, necessitam de orientação médica para utilizar o produto. 08. Embora não exista contraindicação relativa à faixa etária, recomendamos a utilização do produto para pacientes de idade adulta. 09. O produto deve ser ingerido e não mastigado. 10. A eficácia e resultado do tratamento está diretamente ligado ao uso correto da posologia e dose recomendada pelo médico ou profissional habilitado, deve-se levar em consideração as diferenças de cada indivíduo como velocidade do metabolismo, doenças crônicas e genética, não podendo ser considerado um produto que tenha efeitos iguais em todos os indivíduos. 11. Não é orientado para pacientes hemofílicos e também deve ser evitado por pessoas que usam medicamentos anticoagulantes. 12. Evite o consumo próximo de cirurgias. 13. Faça uso do produto somente após a orientação de um farmacêutico ou médico. 14. Podem ocorrer diarréias e alteração da coagulação do sangue a ponto de causar sangramento, mas isto só em doses excessivas. 15. “AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”.
Referidas como vitaminas do complexo B, as oito vitaminas B - B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9, B12 - desempenham um papel importante em manter nosso corpo funcionando como máquinas bem lubrificadas. Estes nutrientes essenciais ajudam a converter os alimentos em combustível, o que nos permite ficar energizados durante todo o dia. Embora muitas das seguintes vitaminas trabalhem em conjunto, cada uma tem seus próprios benefícios específicos - desde promover a pele e cabelo saudáveis a impedir a perda da memória ou enxaquecas. Então, é hora de começar a estocar complexo B? Não necessariamente, diz a nutricionista, Tanya Zuckerbrot, autora de The Miracle Carb Diet: Make Calories and Fat Disappear – with Fiber. “Tomar uma vitamina do complexo B não irá criar o estado de alerta ou de energia elevada da maneira que a cafeína faz.” A boa notícia? “As chances são de que em geral as pessoas já consomem suficientes vitaminas do complexo B de seus alimentos." Leia mais para descobrir por que cada vitamina B é tão importante:
B1 (Tiamina)
A vitamina B1 ajuda o corpo a produzir novas células saudáveis. É muitas vezes chamada de vitamina anti-stress por causa de sua capacidade de proteger o sistema imunológico. Quando consumido muito carboidrato (ou para se preparar para uma grande corrida ou apenas porque a pizza está muito saborosa), estudos dizem que esta vitamina é necessária para ajudar a quebrar os carboidratos simples.
Obtê-la a partir de: Cereais integrais, amendoim, feijão, espinafre, couve, melaço e germe de trigo.
B2 (Riboflavina)
Esta vitamina B funciona como um antioxidante para ajudar a combater os radicais livres (partículas no corpo que danificam as células) e pode prevenir o envelhecimento precoce e o desenvolvimento de doenças cardíacas. A riboflavina também é importante para a produção de glóbulos vermelhos do sangue, o que é necessário para o transporte de oxigênio em todo o corpo. Vários estudos sugerem que a B2 pode ajudar a evitar dores de cabeça, mas é necessário mais investigação para se ter certeza. E tome cuidado, enquanto que a luz solar faz bem ao corpo, a luz ultravioleta reduz o teor de riboflavina em fontes de alimento. O leite, por exemplo, é mais adquirido em recipientes opacos de modo a manter essa vitamina sem quebra.
Obtê-la a partir de: amêndoas, arroz selvagem, leite, iogurte, ovos, couve de Bruxelas, espinafre e soja.
B3 (Niacina)
Um dos principais usos da niacina é aumentar o colesterol HDL (o colesterol bom). E quanto maior o HDL de uma pessoa, menos colesterol ruim no sangue. A deficiência de vitamina B3 é muito rara em países desenvolvidos, embora o alcoolismo tenha sido demonstrado facilitador desta deficiência. A niacina, usada topicamente e ingerida, também foi encontrada para tratar a acne.
Obtê-la a partir de: levedura, carne vermelha, leite, ovos, feijão e vegetais verdes.
B5 (Ácido pantotênico)
Pequenas quantidades de vitamina B5 são encontradas em quase todos os grupos de alimentos - o seu nome mesmo diz isso. Pantotênico vem da palavra grega Pantothen que significa "de todos os lugares". Além de quebrar as gorduras e carboidratos para energia, é responsável pela produção de hormônios relacionados ao sexo e ao estresse, incluindo a testosterona. Estudos mostram que a vitamina B5 também promove a pele saudável com a capacidade de reduzir os sinais de envelhecimento da pele como vermelhidão e manchas.
Obtê-la a partir de: Abacate, iogurte, ovos, carne e legumes.
B6 (Piridoxina)
Juntamente com as vitaminas B12 e 9, a B6 ajuda a regular os níveis do aminoácido homocisteína (associado com a doença cardíaca). A piridoxina é uma jogadora importante nos padrões do humor e do sono, pois ajuda o corpo a produzir serotonina, melatonina e norepinefrina. Alguns estudos sugerem que a vitamina B6 pode reduzir a inflamação em pessoas com doenças como artrite reumatóide.
Obtê-la a partir de: frango, peru, atum, salmão, lentilhas, sementes de girassol, queijo, arroz e cenouras.
B7 (Biotina)
Por causa de sua associação com o cabelo saudável, pele e unhas, esta vitamina B também é conhecida como “vitamina da beleza”. Ela pode ajudar as pessoas com diabetes no controle dos níveis de glicose no sangue. Esta vitamina B é especialmente importante durante a gravidez, porque isso é vital para o crescimento normal do bebê.
Obtê-la a partir de: Cevada, fígado, levedura, carne de porco, frango, peixe, batatas, couve-flor, gema de ovo e nozes.
B9 (Ácido fólico)
Você pode ter ouvido outro nome para a vitamina B9 - ácido fólico - que é a forma sintética usada em suplementos e alimentos como cereais e pão fortificado. Estudos sugerem que o folato pode ajudar a manter a depressão na baía e evitar a perda de memória. Esta vitamina também é especialmente importante para as mulheres que estão grávidas, uma vez que ela suporta o crescimento do bebê e previne defeitos neurológicos de nascimento.
Obtê-la a partir de: folhas verdes escuras, aspargos, beterraba, salmão, vegetais de raiz, leite, trigo bulgur e feijão.
B12 (Cobalamina)
Esta vitamina B é um jogador que joga em muitas posições. A cobalamina trabalha com a vitamina B9 para produzir células vermelhas no sangue e ajudar o ferro a fazer o seu trabalho: criar a proteína que transporta o oxigênio, a hemogloblina. Desde que a vitamina B12 só é encontrada em produtos de origem animal, os estudos mostram taxas mais elevadas de não comedores de carne com deficiência. “Mas a menos que você seja vegetariano”, Zuckerbrot diz: “não é difícil de obter o suficiente desta vitamina em sua dieta. "Para aqueles que são deficientes, pode ser necessário suplementar a dieta com a vitamina B12.
Obtê-la a partir de: peixes, mariscos, produtos lácteos, ovos, carne bovina e suína.
Traduzido por Essential Nutrition
Autora: Nicole McDermott
Artigo na íntegra: http://dailyburn.com/life/health/benefits-vitamin-b-complex/
• Fundamental para regular a inflamação, pressão sanguínea e espessura, produção de hormônios, e as atividades dos sistemas imunológicos, nervosos e centrais. • Estudos sugerem que o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) pode estar vinculado à deficiência de ômega-3. • Investigadores pensam que ômega-3 pode ajudar a prevenir os cânceres de mama, próstata e cólon. • Tem demonstrado reduzir triglicerídeos de soro elevados. • As deficiências de ômega-3 também podem estar vinculadas à depressão. • Importante para crianças (e um feto em desenvolvimento) para desenvolvimento adequado do cérebro e retina dos olhos. • Deficiências também foram encontradas em pessoas com alergias, asma, e transtornos da pele como eczema e psoríase. • Suporta a saúde cardiovascular reduzindo a pressão sanguínea, relaxando os vasos sanguíneos e reduzindo os níveis de colesterol. • Também pode reduzir a dor de quem sofre de artrite reumática. • Pode ser útil para os sintomas da doença de Crohn.
O que é Omega 3?
Existem dois tipos de gordura, omega-3 e omega-6 que são essenciais para a saúde humana. O americano comum consome muitos omega-6 em sua dieta, enquanto consume níveis muito baixos de omega-3. A relação ideal de omega-6 para omega-3 é 1:1. Nossos antepassados evoluíram milhões de anos nesta proporção. Hoje, entretanto, nossa relação de omega-6 para omega-3 está em média de 20:1 a 50:1!
De longe, o melhor tipo de gorduras de ômega-3 são as encontradas nos peixes. O omega-3 no óleo do peixe é alto em dois ácidos graxos cruciais para a saúde humana, DHA e EPA. Estes dois ácidos graxos são fundamentais para a prevenção de muitas doenças. O cérebro humano depende muito em DHA - níveis baixos de DHA têm sido vinculados à depressão, esquizofrenia, perda de memória, e um risco mais alto de desenvolver Alzheimer. Os investigadores agora também estão vinculando a ingestão inadequada destas gorduras de ômega-3 em mulheres grávidas ao nascimento prematuro e baixo peso de nascimento, e à hiperatividade nas crianças.
Infelizmente, entretanto, comer peixe fresco, do oceano, lagos e rios, ou criados em fazendas, já não é recomendado. Os níveis de mercúrio em todos os peixes agora alcançaram níveis perigosamente altos em todo o mundo, e o risco deste mercúrio para a sua saúde ultrapassa em valor os benefícios de omega-3 do peixe. O consumo rotineiro do óleo de peixe é altamente incentivado como ingrediente principal na melhoria da saúde. O óleo de peixe contém os níveis mais altos das melhores gorduras de omega-3 – com ácidos graxos EPA e DHA – e, como está em forma pura, não apresenta o risco do mercúrio do peixe fresco. Fonte:www.biovea.net
• age como antioxidante • pode ajudar com diversos problemas de circulação • pode ajudar a função imunológica saudável • pode proteger o corpo contra os efeitos prejudiciais da terapia de radiação e alguns tipos de quimioterapia • pode inibir a destruição de estruturas de colágeno • pode suportar a saúde cardiovascular • pode suportar uma resposta inflamatória saudável
O que é extrato de semente de uva?
O extrato de semente de uva vem das pequeninas sementes da uva vermelha. É rico em flavonóides, que são substâncias de plantas que ajudam a protegem as células contra danos causados por radicais livres. O extrato de semente de uva é uma substância de planta natural que possui uma fonte concentrada de proantocianidinas oligoméricas (OPC). Estes antioxidantes ajudam a proteger as células de danos de radicais livres e também promove uma circulação saudável. O extrato de semente de uva é rico em polifenóis, um composto com alto teor em antioxidantes. Estudos têm demonstrado que OPC são antioxidantes mais poderosos do que Vitamina C, E, e beta-caroteno.
O extrato de semente de uva foi descoberto como melhor fonrte de antioxidantes do que Vitamina C, E, e beta-caroteno; entretanto, estas fontes não têm força suficiente para combater os radicais livres e também são eliminadas pelo corpo dentro de um curto prazo de ingestão. O extrato de semente de uva, por outro lado, tem demonstrado permanecer no corpo por até 3 dias completos, e é 20 x mais potente do que a Vitamina C, e 50 x mais forte do que a Vitamina E.
Como o extrato de semente de uva funciona?
Acredita-se que o extrato de semente de uva tenha uma forte e positiva influência nos vasos sanguíneos. Consequentemente, OPC são um ingrediente principal em produtos farmacêuticos usados na Europa Ocidental para transtornos vasculares. O extrato de semente de uva é solúvel em água e gordura e pode, portanto, penetrar em todos os tipos de membranas celulares entregando uma poderosa proteção antioxidante. Também é um dos poucos antioxidantes que pode cruzar a barreira cerebral sanguínea, potencialmente ajudando a proteger as células do cérebro do dano de radicais livres.
Existem inúmeros estudos que demonstram os muitos benefícios de saúde do extrato de semente de uva, tem sido amplamente pesquisado por todo o mundo. O extrato de semente de uva tem demonstrado ser excepcionalmente eficaz no combate de radicais livres no corpo. Muitas publicações de pesquisa informaram os benefícios de saúde do extrato de semente de uva incluindo atividade antioxidante, melhoria da saúde cardiovascular, e saúde gástrica.
Por que tomar o extrato de semente de uva?
O extrato de semente de uva é um dos antioxidantes mais poderosos que combate os radicais livres. É 20 x mais potente do que a Vitamina C, e 50 x mais forte do que a Vitamina E. O extrato de semente de uva ajuda a melhorar a saúde cardiovascular e promove a saúde do cérebro, pele e olhos. Pesquisas indicam que o extrato de semente de uva pode ser benéfico para pessoas com transtornos visuais e pode reduzir a fadiga ocular associada com trabalho prolongado com monitor de computador. O extrato de semente de uva também é antibacteriano, antiviral, e antiinflamatório e é um dos poucos antioxidantes que pode penetrar a barreira sanguínea cerebral para ajudar a proteger o tecido cerebral e nervoso. Estudos demonstram que o extrato de semente de uva também pode ter a capacidade de bloquear o fator de ativação de plaquetas (PAF), prolongando o tempo que demora para o sangue formar coágulos.
Advertências:
• Se estiver grávida ou amamentando, consulte um médico antes de usar o extrato de semente de uva. • não existem relatórios conhecidos de toxicidade associada ao extrato de semente de uva. • se tiver um transtorno de sangramento ou estiver planejando qualquer tipo de cirurgia ou intervenção odontológica, interrompa o uso do extrato de semente de uva por pelo menos 14 dias antes do procedimento. Fonte:www.biovea.net
• Apoia a saúde do cólon • Antioxidante poderoso completamente natural que protege o DNA • Restaura os níveis de glutationa (nosso antioxidante mais importante) • Aumenta os níveis de redutase de quinona (o fígado usa esta enzima para desintoxicar carcinógenos) • Apoia uma próstata saudável • Atua com um fitoestrógeno benéfico • Tem demonstrado reduzir a oxidação de LDL (colesterol ruim) • Melhora a cicatrização de ferimentos da pele O que é resveratrol? Existente em uvas e no vinho, o Resveratrol é um antioxidante que ocorre naturalmente e contém diversos efeitos de saúde benéficos, como efeito antiviral, neuroprotetor, antienvelhecimento, antiinflamatório e de prolongação da vida. Resveratrol é um composto protetor produzido por uvas vermelhas e algumas outras plantas como uma defesa contra parasitas. Antes, o vinho tinto continha de 8 a 10mg de resveratrol por litro, atualmente infelizmente praticamente não existe resveratrol no vinho tinto devido ao amplo uso de pesticidas. Entretanto, conseguimos encontrar uma fonte de resveratrol de grau farmacêutico, extraído diretamente de uvas vermelhas, que retém o equilíbrio natural de todos os seus compostos ativos: polifenóis, flavonóides, antocianidinas e oligoproantocianidinas (OPCs). Depois é enriquecido com resveratrol extraído da planta Polygonum cuspidatum. Por que você deve tomar resveratrol? Resveratrol é uma solução incrível para muitos problemas de saúde relacionados com a idade: A Organização Mundial de Saúde sugere que o resveratrol sozinho reduz o risco cardiovascular em 40%! Resveratrol é mais eficaz do que a Vitamina E, protegendo contra uma ampla variedade de radicais livres para prevenir a oxidação de lipoproteína de baixa densidade (LDL). Inibe a agregação de plaquetas bloqueando a ação da trombina e diversos outros fatores de agregação. Promove a produção de óxido nítrico que relaxa e dilata as artérias. Reduz os níveis de triglicerídeos e colesterol no sangue, e também o agente hipertensivo intrínseco endotelina-1. Saúde cerebral: estudos preliminares sugerem que resveratrol - administrado sozinho e em combinação com outros antioxidantes - protege o cérebro contra o estresse oxidante. O estresse oxidante é conhecido por exercer um importante papel na maioria das doenças neurodegenerativas. Inflamação: um estudo chinês demonstrou recentemente que, quando injetado imediatamente depois de uma lesão, o resveratrol é tão eficaz quanto o remédio prednisona para proteger contra inflamação da medula espinal, mas com o benefício adicional da proteção antioxidante. Um estudo com ratos que receberam resveratrol por 21 dias demonstrou que ele melhora o prognóstico e reduz os efeitos permanentes do derrame. Longevidade: de acordo com um estudo da Harvard Medical School, o resveratrol ativa um gene da longevidade em algumas cepas de fermento e amplia a expectativa de vida em 70%! Funciona da mesma maneira como restrição de caloria (a única maneira cientificamente comprovada de aumentar a longevidade) ao ativar genes SIR. As pesquisas até o momento foram restritas a fermentos, moscas e nematódeos, mas é válido notar que os humanos também possuem estes genes. Fonte:www.biovea.net
Sendo o doce tão desejado por (quase) todos, o sucesso dos adoçantes foi inevitável ao longo dos anos. O problema é que nos dias de hoje a variedade é tanta que difícil é saber o que é melhor.
A investigação consegue mostrar benefícios e malefícios de quase todos e por isso há que tomar decisões com base em algumas pistas. Veja o nosso top 3 dos melhores e piores adoçantes, mas tenha em consideração que os adoçantes devem todos ser usados com moderação e que sempre que possível encontre alternativas o mais naturais possível: por exemplo, um batido/papa pode ser adoçado com uma fruta cozinhada.
Adoçantes naturais e artificiais
Os adoçantes naturais são extraídos de fontes naturais, como plantas, podem apresentar maior ou menor poder adoçante que o açúcar e por norma são menos calóricos. Os adoçantes artificiais são produzidos através de processos industriais específicos, grande parte deles tem poder adoçante muito maior que o açúcar e nenhumas ou quase nenhumas calorias. TOP 3: OS MELHORES ADOÇANTES
Stevia A stevia é uma planta da família do girassol, de cujas folhas se extraem moléculas que são doces e que praticamente não fazem subir o açúcar no sangue pois a absorção é quase nula. São cerca de 300 vezes mais doces que o açúcar vulgar (sacarose), pode ser aquecida e realça o sabor dos alimentos. Para já os estudos mostram que é inofensiva.
Poliálcoois (sorbitol, xilitol,…) São menos doces que o açúcar vulgar (sacarose) e possuem menos calorias. Ocorrem em frutas e legumes e a maioria é facilmente reconhecida pelo sufixo "-ol”: xilitol, maltitol, sorbitol,… Muito usados nas pastilhas elásticas sem açúcar, não são ainda mais usados pela indústria por causa do seu custo e porque alguns destes poliálcoois conferem um sabor estranho quando aquecidos. O xilitol é o que poderá funcionar melhor para ter em casa. O seu excesso pode causar diarreia por isso facilmente se aperceberá se consumir demasiado. Alguns estudos provam que podem diminuir o risco de caries.
Mel O mel é composto por frutose e glicose (como o açúcar convencional) mas possui também outros açúcares e quando opta por mel o mais natural possível, estará não só a adoçar, como a ter acesso a algumas enzimas, antioxidantes, vitamina e minerais. Possui capacidade antibacteriana e anti-inflamatória. O açúcar no sangue vai subir um pouco mais lentamente que o açúcar, por causa do teor maior de frutose. De qualquer forma é uma alternativa natural para usar com moderação. Umas papas de aveia com um pouco de mel ficam uma delícia!
TOP 3 - OS PIORES ADOÇANTES
Aspartame ou E951 É um dos adoçantes mais usados pela indústria alimentar: adoçantes para café, iogurtes, bebidas, bolachas, …está por todo o lado e mesmo que leia o rótulo, não sabe quanto está a ingerir porque a quantidade não vem discriminada. O seu consumo poderá estar na origem ou no agravamento de: dores de cabeça e enxaquecas, depressão, alterações graves de humor, perda de memória, tonturas e alterações de equilíbrio, comportamento agressivo, desorientação, hiperatividade, excitabilidade, alterações na visão, ataques de pânico, convulsões, alterações no sono e insónia, e mesmo aumento da incidência de doença de Alzheimer. Sim, podemos dizer que se ingerir pouco poderá não ter problemas, mas se não sabemos qual a quantidade que andamos a ingerir e existem outras alternativas, use as alternativas.
Sucralose ou E955 Adoçante artificial, muito estável, 600 vezes mais doce que o açúcar e sem calorias. Segundo a FDA é seguro quando não se ultrapassa a dose estabelecida (5mg/kg), mas mais uma vez nunca saberá que dose ingere pois os produtos não discriminam. Se usar diretamente sucralose na sua cozinha saberá a quantidade a usar. Uma vez que não é absorvida, a sua presença no intestino pode alterar a flora intestinal e pH, levando ao aparecimento de problemas gastrointestinais com o uso continuado.
Agave/frutose A frutose isolada existe cada vez mais à venda como substituto ao açúcar convencional (frutose + glicose). Poderá ser uma boa alternativa se usada esporadicamente e em pequenas quantidades, devido ao seu menos índice glicémico (açúcar sobe mais lentamente no sangue). Mas o seu consumo em grandes quantidades pode alterar não só o metabolismo dos açúcares como o metabolismo das gorduras sendo responsável por aumento do colesterol e triglicerídeos. Nos Estados Unidos é usada indiscriminadamente como se fosse uma solução milagrosa ao açúcar convencional, e não é. Tenha por isso atenção a produtos como "compotas sem açúcar” onde é adicionada frutose e não abuse do uso direto de frutose em sobremesas. O agave é um adoçante natural que começa a ser comum no mercado mas que é constituído por 70-97% de frutose e por isso encaixamos no mesmo grupo. Fonte:http://www.esmeraldazul.com
Para pacientes de risco, a ingestão de uma dose de ácido acetilsalicílico (AAS) a cada três dias pode ser tão eficiente na prevenção de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e doença vascular periférica quanto consumir o medicamento diariamente. E com uma vantagem: a probabilidade de complicação gastrointestinal diminui.
A conclusão é de um estudo brasileiro apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pela Biolab Farmacêutica. Os resultados foram publicados no The Journal of Clinical Pharmacology e o artigo foi destacado como “escolha do editor”.
“Há 50 anos o AAS tem sido adotado na prevenção de eventos cardiovasculares, mas seu uso constante pode causar irritação e sangramento gástrico – muitas vezes sem sintomas prévios. Por isso, nos últimos anos, vem se tentando reduzir a dose. Neste estudo, propomos um esquema terapêutico diferente”, disse Gilberto De Nucci, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, coordenador do Projeto Temático ao qual está vinculado o estudo.
Conforme explicou De Nucci, o ácido acetilsalicílico inibe a ação da enzima cicloxigenase (COX). Nas plaquetas, isso diminui a produção de tromboxano, um tipo de lipídeo que favorece a agregação plaquetária. Por essa razão, na linguagem popular, costuma-se dizer que o AAS “afina” o sangue, ou seja, diminui a probabilidade de formação de coágulos que podem obstruir o fluxo sanguíneo.
Por outro lado, na mucosa gástrica, a inibição da enzima COX diminui a produção de prostaglandinas – substâncias lipídicas que protegem o estômago e o intestino.
A nova dosagem está sendo testada por um pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e da Unicamp – Foto: Chaval Brasil/Wikimedia Commons
“Originalmente, o AAS americano tinha 325 miligramas (mg) do princípio ativo. Na tentativa de diminuir os efeitos adversos, a dose foi reduzida para 162 mg e, depois, para 81 mg. Também há comprimidos de 75 mg. Mas a verdade é que, até hoje, ainda não se sabe ao certo qual é a dose necessária para obter o benefício cardiovascular”, comentou De Nucci.
No ensaio clínico realizado durante o doutorado de Plinio Minghin Freitas Ferreira, na USP, sob orientação de De Nucci, foi adotada a dose de 81 mg. Vinte e quatro voluntários sadios foram divididos em dois grupos. Metade recebeu AAS todos os dias durante um mês. Os demais receberam o fármaco a cada três dias e, no intervalo, apenas placebo.
Antes e ao final do tratamento, todos os voluntários passaram por diversos exames, entre eles endoscopia, biópsia gástrica e teste de agregação plaquetária. Também foi medido no sangue o nível de tromboxano e, no estômago, o de prostaglandina do tipo 2 (PGE2).
“No grupo que tomou AAS todos os dias, houve uma redução de 50% na síntese de PGE2, enquanto nos voluntários que tomaram a cada três dias não foi observada diferença em relação aos níveis basais. Por outro lado, em ambos os grupos, a inibição de tromboxano foi superior a 95% e o resultado no teste de agregação plaquetária foi equivalente”, contou De Nucci.
Na avaliação de Ferreira, os dados permitem concluir que o uso de AAS a cada 72 horas é tão eficaz – e mais seguro – quanto seu uso diário. Essa descoberta, segundo o pesquisador, abre a possibilidade de adotar o fármaco também na prevenção primária de eventos cardiovasculares.
Atualmente, o Food and Drug Administration (FDA) – órgão que regulamenta o consumo de alimentos e de medicamentos nos Estados Unidos – recomenda que o AAS seja usado apenas na prevenção secundária de doenças cardiovasculares, ou seja, em pacientes diagnosticados com doença vascular periférica e os que já tiveram algum episódio de infarto ou AVC e correm risco de um segundo evento. Somente nessa situação, segundo o FDA, os benefícios da terapia suplantariam os riscos de efeitos adversos.
“Com esse novo esquema terapêutico, o AAS também poderia ser usado no tratamento de pacientes que nunca tiveram um evento cardiovascular, mas apresentam alto risco, como os diabéticos”, disse Ferreira.
Patente
Os dois grupos de voluntários que participaram do ensaio clínico receberam, além de AAS, o anti-hipertensivo losartan. Conforme explicou De Nucci, o objetivo foi mostrar que uma droga não influencia a ação da outra.
Em um estudo anterior, publicado no Journal of Bioequivalence & Bioavailability, o grupo já havia mostrado que o AAS não diminui a biodisponibilidade do losartan. As duas drogas são frequentemente associadas no tratamento de pessoas com insuficiência cardíaca, hipertensão e doenças isquêmicas.
“Em parceria com a Biolab, nós solicitamos nos Estados Unidos a patente do esquema terapêutico adotado no estudo. Umas das possibilidades em estudo é lançar um produto que associe, na mesma cartela, o AAS e o losartan ou algum outro medicamento. No primeiro dia, o paciente tomaria os dois fármacos, no segundo e no terceiro, apenas o anti-hipertensivo e placebo e assim por diante. Isso ajudaria as pessoas a tomar os medicamentos corretamente”, afirmou De Nucci.
O artigo Acetylsalicylic Acid Daily vs Acetylsalicylic Acid Every 3 Days in Healthy Volunteers: Effect on Platelet Aggregation, Gastric Mucosa, and Prostaglandin E2 Synthesis (doi: 10.1002/jcph.685) pode ser acessado no seguinte link.